Mulher- Energia Yin

em 8 de março de 2016



A mulher é yin. É terra, é receptividade. Seu poder se manifesta de uma forma diferente do yang: ela emana o poder da luz suave e misteriosa da lua.
Ser mulher é deixar esse poder da natureza emergir de dentro de nós de uma forma que poucas mulheres já acessaram. O yang só reverencia o yin quando este está pleno de sua força.
Sem modelos inspiradores, vamos tateando o caminho para o encontro de nossa verdadeira e íntima natureza. Nosso prazer repousa, como a luz suave da lua, aí.
O yang anseia por essa nutrição, mesmo sem saber. É como se intuíssemos, em nosso ser mais profundo, o tesouro que se esconde em uma relação homem/mulher plena, onde somos diferentes, complementares. E somos felizes por sentir e nos enriquecermos com essas diferenças.
Para haver um verdadeiro encontro entre um homem e uma mulher não precisamos de feminismo, muito menos de machismo. Mas o suave e intenso encontro de naturezas que se nutrem de forças diferentes emanadas. A mulher é nutrida pelo desejo do homem, desejo forte, yang, que tem a força do Sol. E o homem se nutre da entrega da mulher, de sua receptividade, de sua luz magnética e, ao mesmo tempo, suave.
Como a luz da Lua.
O Ocidente ainda não vê essa verdade. Julga que o melhor está na paixão cega, no descontrole emocional, na posse e no domínio. Desconhece a delícia de sentir o calor suave da chama que a paixão serena produz. Tudo tem seu valor como experiência: muitas vezes precisamos viver esse estágio para que possamos nos desprender de nossas ilusões e avançar no caminho. Mas se estagnamos nesse estágio e querermos viver sempre a mesma sensação, julgando que é a melhor que podemos almejar, nós mesmos nos impedimos de entrarmos em outros estágios mais profundos de satisfação, e por que não, de êxtase. Que nada tem a ver com orgasmos mecânicos…
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Porém, amar não é sacrificar-se pelo outro, mas entregar-se a uma atmosfera que exige verdade e sinceridade para manifestar-se em todo seu potencial.
Nossa sociedade parece que ainda brinca de fazer amor… Não consegue adentrar no verdadeiro estágio da plena sexualidade a nós destinada.
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A capacidade de sentir amor e a compatibilidade também são fatores que influem na continuidade desses sentimentos. Mas só a maturidade bem vivida, com toda sua sabedoria, pode penetrar de fato no verdadeiro amor que pode existir entre duas pessoas que se aceitam profundamente e vivem uma intimidade enriquecedora.
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Essa é a verdadeira vida espiritual, onde usufruímos de um mundo que não vemos, mas que enche de beleza o mundo que vemos.
Trechos do texto: A mulher é YIN. Como a Lua. (Stela Vecchi) Acesse na integra (Link)

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